Em Tempo Real: Equipe da FPI inicia operação em Jacobina e região.

31 de mar de 2014 | 0 COMENTÁRIOS

Equipe da FPI durante vistoria Dando continuidade aos trabalhos de vistorias realizados pela Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), coordenada pelo Ministério publico através da promotora Dra. Luciana Koury do Núcleo de Defesa do São Francisco e coordenadora do FPI juntamente com o  Dr. Pablo Almeida Promotor Regional Ambiental de Jacobina.
Com objetivo de fiscalização e orientação na prevenção de danos. A fiscalização deverá durar 15 dias com mais 11 homens com 03 equipes na área de mineração, 01 equipe rural, 01 especifica sobre agrotóxico, 01 sobre patrimônio espeleológico (Cavernas) e uma equipe para fiscalizar a fauna.
A FPI é um programa continuado desenvolvido desde 2002 pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Nusf; Ministério Público Federal; Ministério Público do Trabalho; secretarias estaduais de Meio Ambiente (Sema), por meio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), da Fazenda (Sefaz), da Saúde (Sesab), por meio da Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), de Segurança Pública (SSP), e da Agricultura; Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-Ba); Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); Fundação Nacional da Saúde (Funasa); Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-Ba); Superintendência da Pesca e Aquicultura da Bahia (SFPA/Ba); Polícia Rodoviária Federal (PRF); e Polícia Militar da Bahia (PM/BA).
Dentro de instantes maiores informações           
Diário da Chapada

Prefeitura abre licitação para construir Quadra Poliesportiva


Serrolândia: A prefeitura abriu processo licitatório para contratar empresa (s) para construir uma QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA na Escola Rômulo Galvão, localizado na Avenida Agostinho Marques e para fazer a COBERTURA da Quadra Poliesportiva do COMAGS.

Homem é encontrado morto no município de Piritiba



Neste domingo, 30 de março de 2014, um corpo de um homem foi encontrado por um vaqueiro nas proximidades da fazenda de Tavinho, no município de Piritiba-BA. 

Segundo informações de populares, o Sr. Alvaro Barbosa Leal, conhecido como Bral, de 52 anos, estava conduzindo uma motocicleta Honda CG, placa JOR-9194, licença de Ipirá-BA.
O homem seguia sentido Piritiba a Mundo Novo e perdeu o controle da moto em uma curva. O corpo foi encontrado por volta das 06h da manhã e só foi retirado do local pelo Departamento de Polícia de Jacobina por volta das 14h. 

O filho Flavio Lima Leal estava no local até a retirada do corpo. A Polícia Rodoviária Estadual de Morro do Chapéu estava preservando o local até a retirada da vitima. 

Da redação do Blog Agmar Rios

Mirangaba: Acidente celta com quatro ocupantes capota na estrada de Taquarendi.



Por volta das 16:00hs deste domingo,30, na estrada que liga Mirangaba a Taquarendi um celta cor branca de placa policial OUJ 9689 com quatro ocupantes capotou diversas vezes batendo na ponte caiu dentro do Rio Preto.

O motorista do celta o musico Jerfeson Lima perdeu o controle do veiculo vindo a capotar,os outros ocupantes foram encaminhados ate o Hospital de Mirangaba em seguida transferindo para o HATS onde estão internados em observação médica.

Foto de Dyoman Leonardo Informações Portal de Mirangaba

Jacobina: Acidente motociclista morre na BR – 324


Foto: Bahia Acontece


Um grave acidente na BR – 324 próximo ao povoado de Palmeirinha. Arnóbio da Silva Correia, (Zói) 43 anos.

A Vítima colidiu com um transeunte que atravessava a pista. Arnóbio da Silva perdeu o controle da moto e bateu a cabeça na pista vindo a óbito.

Serrolândia: Engenheiros do DETRAN/BA estarão no município para fazer o projeto de sinalização.

28 de mar de 2014 | 0 COMENTÁRIOS


Engenheiros do DETRAN/BA estarão no município a partir da segunda semana de abril para fazer o projeto de sinalização vertical.

Na terça-feira (25) estive no Detran em Salvador acertando detalhes do trabalho técnico que será realizado no município. Ressaltar que a elaboração do projeto é um passo importante, a execução será outro desafio junto ao Governo do Estado ou Ministério das Cidades.
Ademilson Oliveira

Jacobina urgente: Empresário Renato Loula sofre acidente na entrada de Caém



Nesta sexta-feira,28, por volta das 10hs ocorreu um acidente na BA-131 no contorno de Caém dois veículos numa colisão frontal, os doi veículos são Stradas uma de cor branca de placa policial NZM-9271 e uma de cor cinza. Segundo informações o empresário Renato Loula Alves da Refrigeração Ki-Frio, de Jacobina, residente na Rua dos Fetreiros no Bairro da Matriz. Os feridos foram encaminhados para o HATS em Jacobina. O repórter Geraldo Oliveira está no Hospital. 

 
 
 
 

Em breve maiores informações.

Diário da Chapada

Assaltante perigoso e comparsa morrem em trocar tiros com a polícia em Quixabeira.

27 de mar de 2014 | 0 COMENTÁRIOS


Policiais Civis da 16ª Coordenadoria de Policia de Jacobina foram surpreendidos a tiros no inicio da tarde desta quinta-feira, 27 no Povoado de Baixa Grande, município de Quixabeira quando tentavam cumprir um mandado de prisão em desfavor de Joilson Santiago de Oliveira, 42 anos, vulgo neguinho, ultimo sobrevivente da chamada “Operação Quixabeira”, registrada no ano de 2009.

Ao se aproximar de uma residencia onde estava escondido o procurado da justiça, os investigadores foram recebido a bala. Além de Joilson havia outro comparsa ainda não identificado no local, os dois foram alvejados e socorridos a UPA de Capim Grosso, onde morreram. Um revólver e uma espingarda foram apreendidas com a dupla.
A operação coordenada pelo Dr. Fábio Santos, coordenador da 16ª Coorpin, teve apoio do delegado Humberto Marino Júnior, titular da Delegacia Territorial de Capim Grosso, e que responde também por Quixabeira.
Contra Neguinho pesava os crimes de assalto, sequestro, furtos, homicídio e formação de quadrilha.

Relembre os fatos

Joilson Santiago de Oliveira “Neguinho” é único sobrevivente de uma quadrilha de seis elementos que em 2009 trocou tiros com prepostos da Policia Militar e Rodoviária Federal, em perseguição onde a quadrilha se direcionou para o município de Quixabeira, após o embate “Neguinho” conseguiu fugir ao cerco da polícia e fez de refém a Srª Maria Quitéria, residente na Fazenda Boa Vista já no município de São José, depois de intensa negociação com prepostos da 24ª CIPM, “Neguinho” se entregou.

Fuga

No Mês de Outubro de 2009,”Neguinho”conseguiu fugir do Complexo Policial de Jacobina, voltando a aterrorizar o município de Quixabeira, praticando assaltos em fazendas, prepostos da Policia Militar de Capim Grosso, Quixabeira e Jacobina, fizeram várias diligências, mas não conseguiram prender “Neguinho”.

Ultima prisão

Em 2010 foi preso em uma operação da RONDESP após denúncia anônima, onde relatavam que entre os bairros de Castelo Branco e Cajazeiras, estaria circulando um elemento armado e perigoso e com indícios de ser fugitivo, varias guarnições da RONDESP, comandada pelo Coronel Sturaro, cercaram o local e conseguiram prender “Neguinho” posteriormente identificado. O mesmo estava portando dois revolveres e munição.

Fonte: Opovoquersaber.com/Antonio Carlos


Empresário é encontrado morto no Condomínio Golden Park em Jacobina

O empresário Cândido Augusto Araújo, 63 anos, foi encontrado sem sinais vitais na manhã desta quinta-feira, 27, no Condomínio Golden Park em Jacobina. Segundo as primeiras informações, Cândido foi encontrado com uma perfuração de arma de fogo e a Polícia Civil investiga o caso. Durante a perícia feita pelo DPT um revolver calibre 38 foi encontrado ao lado do corpo.

As investigações irão apontar quais as circunstâncias que ocorreu o fato, se foi suicídio ou homicídio. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal na 16ª Coorpin.
Cândido era proprietário da Loja 6 do Ratinho, que fica na Rua Manoel Novais em Jacobina.
 
 Fonte: Augusto Urgente!


Mãe desesperada procura por filha desaparecida no Distrito de Novo Paraíso em Jacobina.

 
Dona Dalva Maria Dias, 69 anos, procura por sua filha Elizabete Dias, 32 anos, conhecida como Kita, que está desaparecida há mais de 2 meses no distrito do Paraíso. Dona Dalva fala que sua filha fazia tratamento no Caps e tem problemas mentais. Disse sua filha Kita foi morar na casa de Augusta, também no Paraíso, e ficou sabendo que a mesma saiu de lá na companhia de uma senhora conhecida como Dida e nunca mais foi vista.

Elizabete tem um filho de 11 anos que se chama Antônio e todos os dias chora a falta da mãe. Não vai pra escola e nem quer mais se alimentar direito.
Dona Dalva disse que tem ido sempre à casa de Augusta e Dida e as duas falam que não sabe pra onde Elizabete foi.

Pede quem souber do paradeiro de sua filha Elizabete Dias, conhecida do Kita, informar a qualquer emissora de rádio.

Fonte: Augusto Urgente


BA: Salvador estabelece cotas para afrodescendentes em cargos públicos


Muito em breve, 30% dos novos funcionários da prefeitura de Salvador concursados, ocupando cargos de confiança ou terceirizados deverão ser autodeclarados pretos ou pardos. A regra está no decreto assinado na terça-feira pelo prefeito ACM Neto (DEM), mas a publicação só deve ocorrer em março, após o Carnaval e aproveitando as comemorações do aniversário da cidade, no dia 29. A partir daí, os órgãos municipais terão 30 dias para se adaptarem à inovação, que a princípio, valerá por uma década.

Desde sua campanha para o cargo, em 2012, Neto faz questão de se posicionar publicamente contra o próprio partido, autor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que questionou as cotas em universidades federais no STF. Parte da estratégia incluiu a escolha da professora universitária Célia Sacramento (PV), mulher e negra, para o cargo de vice.

Para George Oliveira, gestor administrativo do Instituto Cultural Steve Biko, que atua auxiliando estudantes negros a ingressarem na universidade através de cursos preparatórios, a medida é motivo de comemoração. “Muitas vezes o ensino superior não basta para que esses jovens tenham um trabalho digno. O decreto é uma nova porta, mas bom seria se fossem 80%, que é a porcentagem de negros na cidade”, aponta.
Para a advogada e professora dos cursos preparatórios Jus Podivm e Ímpar, Paloma Braga Araújo de Souza, a medida atende ao preceito constitucional da isonomia. “Há danos a reparar e a sociedade precisa arcar com isso. Por que aceitar as cotas para deficientes, mas, não, para negros? Os dois casos servem para corrigir uma desigualdade que é muito real”, acredita.

Apesar de sua opinião, a professora afirma que o decreto provocará descontentamento entre os “concurseiros”. Ela explica que, em sua maioria, os frequentadores dos bons cursos preparatórios para a carreira pública vivem em boas condições financeiras e menos da metade são afrodescendentes. “Eles serão atingidos por uma competitividade maior, mas isso visa um equilíbrio social futuro.”

O também professor de “concurseiros” Paulo Esteves pensa diferente. Contra as cotas desde o início, ele classifica as políticas afirmativas como “dádiva e esmola” e acredita que no caminho da meritocracia. “Essa lei colocará no serviço público muita gente que não tem a competência para estar lá, que se juntará a quem está dentro fazendo bobagem”, criticou.
Descendente direto de índios, Esteves usa o próprio exemplo para ilustrar sua opinião. “Se eu não tivesse me esforçado muito, hoje seria um bom pescador, mas corri atrás, como muitos outros advogados, professores, e outros, negros, índios, que não tiveram as cotas para ajudar.”

Especial para Terra

OMS: 7 milhões de mortes em 2012 foram associadas à poluição

 Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
 
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
 
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
 
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
 
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
 
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
 
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
 
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
 
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
 
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
 
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
 
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
 
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
- See more at: http://portalimap.org.br/noticia/oms_7_milh%C3%B5es_de_mortes_em_2012_foram_associadas_%C3%A0_polui%C3%A7%C3%A3o#sthash.t93vxjc3.dpuf
 Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
 
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
 
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
 
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
 
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
 
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
 
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
 
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
 
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
 
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
 
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
 
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
 
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
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 Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
 
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
 
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
 
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
 
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
 
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
 
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
 
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
 
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
 
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
 
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
 
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
 
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
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 Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
 
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
 
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
 
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
 
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
 
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
 
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
 
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
 
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
 
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
 
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
 
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
 
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
- See more at: http://portalimap.org.br/noticia/oms_7_milh%C3%B5es_de_mortes_em_2012_foram_associadas_%C3%A0_polui%C3%A7%C3%A3o#sthash.t93vxjc3.dpuf

Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.

Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.

“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.

Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.

Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.

Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.

Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.

“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.

“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.

Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).

A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.

No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
 
Fonte: EBC/Agência Lusa
 
Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
 
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
 
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
 
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
 
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
 
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
 
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
 
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
 
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
 
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
 
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
 
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
 
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
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