CAÉM
Por volta das 5:00h desta quinta-feira(07) foram presos três vereadores do município de Caém acusados de envolvimento no assassinato de vereador João de Souza dos Reis, ocorrido no dia 1º de dezembro do ano passado. Os vereadores presos são: Louro de Mô, Ronaldo Oliveira e Jonas Pereira (JP), ex-presidente da Câmara de Vereadores. Todos estão presos no Complexo Policial de Jacobina. Além dos vereadores foram presos outros quatro homens acusados de serem os escultores do crime.
"João de Quinho" foi morto a tiros
O vereador João de Souza dos Reis, conhecido como “João de Quinho”, foi morto a tiros nessa quarta-feira, dia 1º de dezembro, entre os municípios de Quixabeira e Capim Grosso.No dia 11 de outubro, “João de Quinho” do eleito presidente da Câmara de Vereadores de Caém.
Segundo informações não oficiais, dois homens em uma moto, armados assassinaram com vários tiros o ver e eleito presidente da câmara de vereadores de Caém João Souza dos Reis, 45 anos, conhecido como João de Quinho. Segundo informações o mesmo teria dado entrada no hospital da cidade de Capim Grosso já sem vida. João de Quinho havia se deslocado pra uma localidade denominada Várzea Comprida, no município de Capim Grosso para efetuar a compra de animais, ao chegar a determinada localidade foi surpreendido por dois homens que efetuaram os disparos e fugiram.
As policias Civil e Militar do município já estão investigando o fato. Até o momento não a informações sobre autoria e motivação do crime. João era esposo da ex-vereadora Maria, estava no seu terceiro mandato pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e tinha como atividade secundária a comercialização de carnes naquela região, onde trabalhava com sua família. A população do município de Caém está de luto e pede justiça. (Com informações do O povo quer saber)






Não acredito de forma alguma que o veriador Lorivaldo anjos dos santos,conhecido por Louro de Mô,tenha sido capaz de tramar uma coisa absurda feito essa.ele não tem a fama de assassino,acredito sim,que ele é inocente,não tendo culpa nenhuma na morte do veriador João de Quinho.
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