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Prisão dos Vereadores de Caém
As prisões dos três vereadores e dos demais acusados aconteceram simultaneamente. A operação contou com a participação de quatro delegados, 12 agentes da Polícia Civil e mais de uma dezena de policiais militares, sob o comando do Major Sérgio Moisés, 24ª CIPM de Jacobina, que participou pessoalmente das buscas aos acusados. 
 Chegada dos vereadores presos ao Complexo Policial

Os três acusados da execução do vereador "João de Quinho

Na manhã desta quinta-feira, durante entrevista coletiva na sede Complexo Policial de Jacobina, o Coordenador Regional da Polícia Civil, Élvio Brandão, afirmou que a morte do vereador João de Souza dos Reis, "João de Quinho", foi motivada por “questões políticas e por interesses pessoais” dos acusados.

O crime teria envolvido disputa por terra entre as famílias de “João de Quinho” e de um fazendeiro conhecido por “Antonio Candeeiro”, pai de Alexandre da Silva (Dandy) e José da Silva (Zé Ito), acusados terem participado diretamente da execução do crime, que contou ainda com a participação de Florisvaldo Pereira da Silva (Liu), todos presos na operação comandada pela 16ª Coordenadoria de Polícia do Interior em Jacobina e pela 24ª Companhia da Polícia Militar.

Outro fator, que teria motivado o crime, afirma o delegado Élvio Brandão, foi a disputa política. “João de Quinho” era concorrente político direto do vereador Lourivaldo Anjos dos Santos, o Louro de Mor, ambos legisladores no povoado de Piabas, no interior do município de Caem. A eleição de “João de Quinho”, para presidência da Câmara de Vereadores, teria acirrado ainda mais a disputa entre os dois políticos.

A trama para matar o vereador “João de Quinho” teria envolvido ainda outros dois legisladores, Ronaldo Alves de Oliveira e Jonas Pereira de Souza, que seriam beneficiados politicamente com a morte do colega. Do Noticia Livre

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